
A superintendente da Casa da Mulher Brasileira de Palmas, Monik Carreiro Lima e Dorta, apresentou, nesta terça-feira, 31, a experiência exitosa do equipamento durante o Seminário Rede de Enfrentamento à Violência na Atenção Primária à Saúde (APS), no Tocantins.
Durante a palestra, foram destacadas a integração dos serviços e a atuação intersetorial como fundamentais para garantir atendimento ágil e humanizado às mulheres em situação de violência. A Casa reúne, em um único espaço, serviços das áreas de segurança pública, justiça, saúde e assistência social, evitando a revitimização e fortalecendo a rede de proteção. A unidade já soma mais de 2.300 atendimentos em um ano, com média de cerca de 200 por mês, refletindo avanços como maior agilidade no atendimento e fortalecimento da autonomia das assistidas.
O evento contou ainda com a participação do promotor de Justiça Konrrad Cesar Resende Winmer; da coordenadora do Savis/HMDR, Sâmia Ponciano Gabriel Chabo; da coordenadora do Projeto Lírios do Cerrado (Etsus), Liana Barcelar; do coordenador do Serviço Médico do Savis, Carlos Alexandre Praxedes Gurgel; e da articuladora social do Selo Unicef no Tocantins, Edilene Borges Marinho.
Rede de atendimento
A Casa da Mulher Brasileira de Palmas integra a rede nacional de atendimento e oferece serviços especializados em um único espaço, garantindo acolhimento, proteção e encaminhamentos necessários às mulheres em situação de violência. A unidade acaba de completar um ano de funcionamento, sendo um dos primeiros equipamentos públicos inaugurados na gestão do prefeito Eduardo Siqueira Campos.



